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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Você esteve em Carcosa?

Ao longo da costa as ondas da nuvem quebram,
Os sóis gêmeos afundam sob o lago,
As sombras alongam 
Em Carcosa. 

Estranho é a noite em que as estrelas negras sobem,
E luas estranhas circulam pelos céus
Mas mais estranho ainda é
Carcosa Perdida. 

Músicas que as Híades iriam cantar, 
Onde batem os farrapos do Rei, 
Deve morrer sem dar notícias
na escura Carcosa.

Canção da minha alma, minha voz está morta;
Morre tu, anônimo, como lágrimas não derramadas
Quer secar e morrer
em Carcosa Perdida.

Vou reabrir esse blog dedicando um post a minha mais nova obsessão: a weird fiction, a " ficção bizarra" também conhecida como "horror cósmico".

Em seu livro " o Horror Sobrenatural" Lovecraft define assim o gênero:
“A verdadeira história weird tem algo mais do que assassinatos secretos, ossos e sangue, ou uma forma coberta por um lençol sacudindo correntes de acordo com as regras. Uma certa atmosfera de sufocamento e inexplicável pavor de forças exteriores e desconhecidas deve estar presente; e deve haver uma pista, expressada com profunda seriedade e gravidade, daquela mais terrível concepção do cérebro humano: uma maligna e particular suspensão ou derrota das leis fixas da Natureza que são nossa proteção contra os ataques do caos e os demônios do espaço insondável.” (tradução blog da Boitempo)
Sou fã de H.P. Lovecraft...não porque seja um gênio literário, mas porque foi alguém que conseguiu transformar sua loucura e depressão em inspiração para muitos, inclusive com mais talento para a escrita do que ele próprio.
E de quais fontes nosso perturbado amigo Lovecraft bebeu? Impossível não citar Richard Chambers (1865-1933) e seus contos "O Reparador de Reputações", "A Máscara", "No pátio do Dragão" e "O Símbolo Amarelo". 
Nesses contos reunidos em um livro chamado " O Rei de Amarelo" (à venda aqui  ,baratinho) tomamos conhecimento da peça de mesmo nome, cuja leitura transporta as pessoas para uma outra dimensão de loucura e horror.

A Carcosa que os inspira deve ser aquela citada no conto de Ambrose Bierce (1842- 1913):
Um Habitante de Carcosa
Pois há diversos tipos de morte. Em algumas, o corpo é preservado; em outras desaparece, junto com o espírito. Geralmente isso ocorre quando o indivíduo está só (esta é a vontade de Deus) e, como não nos é dado conhecer o fim, dizemos que o homem desapareceu, ou que se foi numa longa jornada — o que é verdade. Mas, às vezes, o fato ocorre diante da vista de muitos, como provam vários testemunhos. Num determinado tipo de morte o espírito também morre e sabe-se de casos em que isso aconteceu quando o corpo ainda continuaria vivo por muitos anos. Em outras vezes, como tem sido provado, o espírito morre com o corpo, mas algum tempo depois volta a erguer-se, naquele mesmo lugar onde o corpo se decompôs.

Refletindo a respeito dessas palavras de Hali (que descanse em paz) e perguntando-me sobre seu verdadeiro significado — como o faria alguém que, tendo recebido um sinal, ainda tivesse dúvidas e pressentisse algo por trás daquilo que compreendera —, eu seguia sem prestar atenção no caminho, até que um vento gelado no rosto reavivou meus sentidos para o que havia em torno.
Surpreso, observei que tudo ali me era estranho. De um lado e outro, estendia-se uma vasta planície, descampada e desolada, recoberta por um capim alto e seco, que assobiava e gemia ao vento de outono, provocando sensações misteriosas e inquietantes cujo significado só Deus poderia saber. Acima da vegetação, a grandes intervalos, despontavam pedras de formatos estranhos e cor escura, que pareciam ter entre si um mudo entendimento, como se trocassem olhares de significado assustador, ou como se houvessem erguido as cabeças para espiar alguma coisa que estivesse por acontecer. Aqui e ali, surgiam umas poucas árvores, batidas pelo vento, parecendo ser as líderes dessa conspiração maligna de silenciosa expectativa.
O dia já ia alto, imaginei, embora não pudesse ver o sol. E apesar de perceber o ar frio e úmido, minha consciência de tal fato era mais mental do que física — não tinha qualquer sensação de desconforto. Acima daquela terra lúgubre, nuvens baixas, cor de chumbo, formavam uma cobertura, como se fosse uma maldição visível. Em tudo havia ameaça e presságio — um toque maligno, o sinal do juízo final. Pássaro, animal, inseto — nada disso existia. O vento suspirava nos galhos nus das árvores mortas e o capim cinzento curvava-se para sussurrar à terra seus segredos terríveis. Mas nenhum outro som ou movimento quebrava a imobilidade daquele lugar sombrio.
Notei que havia, por entre o capim, algumas pedras gastas pelo tempo, parecendo ter sido moldadas por mãos humanas. Estavam partidas, recobertas de limo e meio enterradas no chão. Algumas caídas, outras inclinadas em vários ângulos. Nenhuma estava de pé. Com toda a certeza, eram lápides de sepulturas, embora as sepulturas em si já não existissem, nem em forma de montículos nem como depressões na terra. O passar dos anos nivelara tudo. Espalhados aqui e ali, blocos maiores de pedra apontavam o local onde alguma sepultura suntuosa ou monumento ambicioso lançara um dia seu débil desafio contra o esquecimento.
Tão antigas pareciam aquelas relíquias, aqueles vestígios da vaidade e da memória de afeições e piedades, tão batidos, gastos, manchados — e tão abandonado, deserto e esquecido aquele lugar — que não pude deixar de pensar que acabara de descobrir o cemitério de alguma raça pré-histórica, de homens dos quais até mesmo o nome estava há muito extinto.
Caminhava tão impregnado desses pensamentos, que por algum tempo vaguei sem prestar muita atenção no que fazia, até pensar: "Como vim parar aqui?" Um momento de reflexão pareceu tornar tudo muito claro e ao mesmo tempo explicar — embora de forma inquietante — o cará ter estranho com que minha imaginação revestira tudo o que via e ouvia. Eu estava doente. Agora lembrava-me de que estivera prostrado com uma febre repentina. Minha família me dissera que, em meus delírios, várias vezes eu gritara, pedindo ar e liberdade, tendo sido amarrado à cama para não fugir. Na certa eu vencera a vigilância de quem tomava conta de mim e saíra para — para onde? Não podia sequer imaginar. Claramente estava a uma imensa distância da cidade onde vivia — a antiga e famosa cidade de Carcosa.
Em parte alguma havia sinais audíveis ou visíveis da existência humana. Nenhum rolo de fumaça, nenhum cão latindo ou gado mugindo, nenhum barulho de crianças brincando. Nada. Apenas aquele cemitério sombrio, com seu ar de mistério e terror, consequências de meu cérebro comprometido. Não estaria eu tendo um novo delírio, ali, onde não havia ninguém para me ajudar? Não seria tudo, afinal, uma ilusão provocada por minha loucura? Gritei os nomes de minhas mulheres e filhos, estendendo os braços à sua procura enquanto caminhava por entre as pedras destroçadas, sobre o capim seco.
Um ruído atrás de mim fez com que eu me virasse. Um animal selvagem — um lince — se aproximava. E, de imediato, pensei: se eu desmaiar aqui, neste lugar deserto, se a febre voltar e eu perder os sentidos, esse animal voará em minha garganta. E corri na direção dele, gritando. Ele continuou seu caminho tranquilamente, passando quase ao alcance de minha mão e desaparecendo por trás de uma pedra.
Logo depois, a cabeça de um homem pareceu surgir do chão, a poucos metros de mim. Ele subia um aclive a uma certa distância, numa colina baixa cujo topo mal se podia distinguir do resto do terreno. Logo, todo ele ficou visível, sua figura recortada contra o céu cinzento. Estava meio nu, meio vestido, em farrapos. Seu cabelo desalinhado, a barba imensa e embaraçada. Em uma das mãos, levava um arco e uma flecha. Na outra, uma tocha acesa, de onde se desprendia um longo fio de fumaça negra. Caminhava devagar, com cuidado, como se temesse cair num túmulo aberto que o capim alto escondesse. Essa estranha aparição me deixou surpreso, mas não com medo. E comecei a caminhar em sua direção até que nos vimos frente a frente. Cumprimentei-o com a saudação usual: "Que Deus esteja com você.”
Mas ele não me deu atenção, nem parou de caminhar. "Meu bom amigo", continuei, "estou doente e perdido. Poderia me orientar, por favor? Preciso voltar para Carcosa.”
O homem começou a entoar um canto bárbaro, numa língua desconhecida, e seguiu em frente.
No galho de uma árvore morta, uma coruja soltou seu pio lúgubre, sendo respondida, a distância, por outra coruja. Erguendo a vista, através de um claro que subitamente se formara entre as nuvens, enxerguei as estrelas Aldebaran e Hy ades. Tudo fazia crer que era noite — o lince, o homem com a tocha, a coruja. E contudo eu enxergava — via até as estrelas, mesmo não havendo escuridão. Via, mas aparentemente não era visto, nem ouvido. Sob aquele estranho encantamento, será que eu existia?
Sentei-me na raiz de uma imensa árvore, tentando pensar no que fazer.
Já não duvidava que estivesse louco, porém reconhecia um resquício de dúvida naquela minha certeza. Não sentia febre. Além disso, tinha uma sensação de euforia e vigor que me eram desconhecidos — uma excitação física e mental.
Todos os meus sentidos estavam alerta. Podia perceber o ar como se fosse uma substância palpável. Era capaz de ouvir o silêncio.
Uma imensa raiz da gigantesca árvore em cujo tronco me apoiara estava enrolada em uma laje de pedra, parte da qual surgia por entre o vão formado por outra raiz. A pedra ficara assim parcialmente protegida das intempéries, embora bastante gasta. Seus cantos estavam arredondados, comidos pelo tempo, e a superfície muito sulcada e descamada. Partículas faiscantes de mica eram visíveis na terra sob a pedra — vestígios de decomposição. A pedra parecia ter marcado o túmulo do qual a árvore brotara, muitas eras antes. Suas raízes possessivas tinham tomado a sepultura, transformando a pedra em prisioneira.
Uma súbita lufada de vento varreu o punhado de folhas secas e gravetos que recobriam a lápide. E, vendo as letras em baixo-relevo de uma inscrição, curvei-me para lê-la. Deus! Era meu nome. A data de meu nascimento... e a data de minha morte!
Um raio de luz oblíqua iluminou todo o lado da árvore no mesmo instante em que me pus de pé, aterrorizado. O sol nascia a leste, no céu cor-de-rosa. Eu estava de pé entre a árvore e seu disco de fogo no horizonte — mas não havia qualquer sombra no tronco!
Um coro de lobos uivando saudou o amanhecer. Podia vê-los, sentados nas patas traseiras, solitários ou em grupos, nos topos dos montículos e dos túmulos, preenchendo em parte a visão desértica que se estendia até o horizonte.
E só então compreendi que estava nas ruínas da antiga e famosa cidade de Carcosa.

Tais fatos foram relatados ao médium Bayrolles pelo espírito de Hoseib Alar Robardin.

Algum de vocês compartilha desse obsessão? Aguardem mais posts e bem vindos de volta ao clube!  
http://vladimm.deviantart.com/art/Carcosa-375959234

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Neonomicon- eu li e conto para vocês




O que acontece quando Alan Moore e Lovecraft se unem numa revista em quadrinhos?
Neonomicon...uma HQ lançada no final do ano passado, criada pelo aclamado autor de Watchman, V de Vingança, Constantine e o Monstro do Pântano.



quinta-feira, 21 de abril de 2011

Páscoa

Todo mundo sabe que eu sou pagã e não comemoro a Páscoa, exceto pelo fato de me empanturrar de chocolate( nham....)
Mas vim aqui pra desejar a vocês uma FELIZ PÁSCOA com o Bunnicula!
Ele é o personagem de um livro de 1979 sobre um vampiro coelho que suga o suco de vegetais...
TOSCO....mas tente olhar pra ele e não fazer " OWNNNNNNNN"                  
                                                                        *____________*     

sábado, 5 de março de 2011

Adorável Mr. Sandman

Neil Gaiman ( 10 de novembro de 1960) é um autor de romances e quadrinhos inglês que vive nos EUA atualmente.
Seu trabalho mais conhecido é a série Sandman, que narra as aventuras de Morpheus, a personificação do sonho. A série começou em 1988 e terminou em 1996, quando Gaiman anunciou simplesmente que a história que começou na primeira edição havia terminado.As 75 edições da série regular foram organizadas em 10 volumes que ainda vendem bem.
Sonho (que também é conhecido como Morpheus, Sandman, Oneiros, Oniromante e Lorde Moldador, entre outros nomes) é o governante do Sonhar. Ele é um Pérpetuo - os Perpétuos são:Destino, Morte, Sonho, Destruição, Desejo, Desespero e Delírio. Os 7 perpétuos não são deuses, mas sim entidades responsáveis pelo ordenamento da realidade conhecida. Só sua existência mantém coeso o universo físico e todos os seres vivos.
Sonho é um herói nobre, trágico, no estilo tradicional dos heróis da tragédia grega. Às vezes parece insensível, outras meditativo ou irado, mas invariavelmente melancólico. Já seu lado mais racional está sempre ciente de suas responsabilidades, tanto para com as pessoas comuns, quanto para aqueles de suas terras. Compartilha de uma ligação recíproca de dependência e de confiança com sua irmã mais velha, a Morte.
Como personagem, Sonho é extremamente pálido, tem cabelos negros e se veste geralmente apenas com uma peça de tecido preto enrolada ao corpo. A forma na qual geralmente é visto na revista parece ter sido baseada na aparência do cantor Robert Smith (vocalista da banda The Cure).Um outro personagem, no entanto, ele baseou em Tori Amos,  cantora - Delirio, também dos Perpétuos. A aparência da personagem Morte é baseada em Siouxsie Sioux.


As mentes de todos os seres vivos estão ligadas ao reino de Morpheus, o Sonhar. É para lá que vão as almas de todos os que dormem e onde são guardadas lembranças e pensamentos da hora do sono. O Sonhar guarda também o mundo imaginário de cada sonhador, várias realidades alternativas e seres imaginários se escondem lá. Sua biblioteca abriga bilhões de livros que nunca foram escritos. Toda a sanidade mental dos seres depende da boa administração desse reino e Sandman executa suas funções de maneira magistral. 
Os Perpétuos são uma família pouco convencional de sete irmãos. Em suas formas mais comuns, todos têm a pele branca (apesar de Destruição, Delírio e Destino serem bem menos pálidos que os outros) e a maioria tem cabelos negros, mas as aparências e personalidades variam bastante. Eles têm algum controle sobre os conceitos que representam mas, da mesma forma que os deuses retratados em Sandman, também são modelados a partir de expectativas e crenças subconscientes dos seres conscientes.
FONTE: Wikipédia



 

















Sandman inspirou a banda Metallica a compor a música Enter Sandman. E o Blind Guardian fez uma regravação da música clássica "Mr. Sandman".  Medo...hauhauhauhauhau

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Pet Sematary

Eu me lembro que lá pelo fim da década de 80 minha mãe resolveu comprar um videocassete...era o mais moderno...aquela BAITA caixa preta que trouxe o cinema( e o mundo dos filmes de terror mais absurdos) para dentro da minha casa e da minha infância.
O primeiro filme que alugamos? Cemitério Maldito.



Antes que eu tivesse idade suficiente para conhecer as obras de Stephen King, eu já havia me apaixonado por ele e pelo terror que seu roteiro me inspirou.
O filme, de 1989, baseava-se no romance de 1983 de King, intitulado "Pet Sematary" (cemitério de animais) e contava a história da família Creed e do seu novo lar no Maine, perto de um cemitério indígena maligno.
( Cada vez que leio esse livro ouço garous gritando " WYRM" hauhauhauhau)
Stephen King aparece na cena  do funeral como o padre

Eu já aviso para quem ainda não conhece o filme, ou não se lembra e deseja assisti-lo novamente: o livro é infinitamente melhor e mais assustador. Até meu marido que não é fã do King concorda comigo que o livro é muito bom.





Mas o principal motivo desse post ter sido criado, é que devo agradecer ao filme o fato de que conheci e me simpatizei com uma certa banda graças à música tema: Pet Sematary. Ninguém menos do que o Ramones!
Além da referência à banda no livro, eles chamaram os caras para gravar a música-tema...e o resultado foi um clipe que eu adoro, muito simpático e divertido, especialmente se você não for muito sensível, afinal, o tema predominante aqui é a morte! Outra canção, "Sheena is a punk rocker" também aparece no filme.

Leia o livro, assista o filme( que deve ganhar um remake em breve) e ouça a canção! Uma obra-prima de arrepiar os cabelos e divertir!



terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Dante Alighieri - A Divina Comédia

Esse é um dos meus livros favoritos, demorei tempos para ler ele....


A Divina Comédia descreve a viagem de Dante pelo Inferno, Purgatório e Paraíso. Durante sua jornada pelo inferno e purgatório e guiado pelo poeta Virgilio ( autor de Eneida) e no paraíso guiado pelas mãos de sua amada Beatriz ( qual julga ter sido seu grande amor,mesmo nunca tendo conversado com ela, alguns autores dizem que ele deve te-la visto no máximo por três vezes). Se puderem notar durante a leitura ( e que leitura! 788 paginas não é pra qualquer um.) vários estereótipos do que é o inferno, principalmente vistos em filmes....





As punições para determinados pecados que até mesmo se tornaram lendárias como O Vale dos Suicidas são criações assumidas por essa obra, por incrível que pareça mesmo sendo uma obra de teor um tanto pesada alcançou nossos tempos passando pela idade das trevas ( época em que todo tipo de arte devia pertencer a índole sacra), mas isso com certeza se deve a grande ligação teológica de Dante demonstrada durante as passagens que ocorrem no paraíso....



Recomendo muito esse livro, já aviso para arrumarem um dicionário dos bons pois muitos termos aqui já estão a muito perdidos...



Boa Leitura..






quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O silêncio teve uma justificativa

Sei que há dias não posto nada...peço perdão pelo longo silêncio, mas estava em terras estrangeiras( Anhembi, oi? Alguem já ouviu falar?)e naquele fim de mundo aprazível lugar, eu só tinha uma preocupação: cuidar dos  3 ogrinhos amores da minha vida.
Então nem lembrei de blog, galera... helloooooo, eu queria namorar que não tenho vocação pra escrava branca.


Relaxem que eu to de volta à ativa e vou recomendar leitura para vocês se distraírem enquanto estou me divertindo muito ocupada pra postar algo aqui.
ESTRADA DA NOITE é uma história de fantasmas, escrita pelo filho do Stephen King, Joe Hill. Acredito que quem frequenta esse blog vai se identificar muito com a história, já que nossos personagens principais são góticos e roqueiros...é um dos meus livros favoritos, e uma delícia de ler.
Divirtam-se, meninos e meninas!

A Estrada da Noite